O estudo é a melhor ferramenta para o desenvolvimento de uma sociedade. No Brasil, os índices de analfabetismos evidenciam uma realidade preocupante e que compromete o efetivo desenvolvimento da população brasileira. O governo direciona custos, investe e toma decisões políticas que visam à manutenção e à ampliação do ensino público. É possível acompanhar estes investimentos através dos “mecanismos” de transparência criados pelo poder público? Então, o que explica a situação precária de algumas escolas e a incompetência de alguns programas educacionais?
A publicidade expõe os gastos, em várias escolas do estado de Pernambuco é possível ver placas com valores de obras. A estrutura física recebe melhorias e ou reformas, como cidadão desconfio dos exorbitantes números. A dúvida é natural.
Além da estrutura física, é necessário investir na formação continuada e na renovação do corpo docente, responsável imediato pelo processo educacional. No entanto, o que se observa é a tomada de decisões imediatistas que tendem a “aliviar” a situação momentânea. Exemplo disto é a contratação de professores temporários.
Existe muito dinheiro envolvido e a educação está pedindo socorro. Alunos desmotivados e que terminam o ensino médio despreparados para o mercado de trabalho e com pouca ou nenhuma formação humanista. O analfabetismo funcional ou total, a evasão escolar e o esvaziamento da criticidade comprometem as gerações futuras, responsáveis pelo bem estar do meio ambiente e social. Em que linha encontra-se a incógnita desta variável? Gestores, professores, pais e alunos devem somar esta equação e encontrar a solução. A educação não deve ser um problema, mas a solução.
Universidade de Pernambuco - UPE
Campus Garanhuns
Thiago Jonathan Siqueira Araújo.
2º Período de História


