É lamentável a quantidade de pessoas que moram na cidade de Garanhuns e não sabem da história, da cultura e dos feitos da comunidade quilombola nela existente, o Castainho. Apesar das inúmeras atividades lá feitas no Festival de Inverno de Garanhuns, as pessoas não abrem os olhos para a importância que a mesma teve e tem para a nossa cidade, e o pior é que essa falta de importância é por opção.
Será que a grande população de Garanhuns anda pouco informada sobre a existência de tal comunidade? Ou talvez a uma grande descaso da grande maioria da população para com o Castainho? Acredito na segunda opção.
Enquanto o homem cheio de ganância luta pela busca de progresso, a cidade de Garanhuns se priva de conhecer e de se aprofundar nas potencialidades culturais nela existente.
Nós moradores da cidade de Garanhuns não podemos se fechar a tal caso, pois somos seres racionais e aptos a conhecer, estudar e ajudar um fator histórico de grande valor e de grande importância na evolução da nossa cidade.
Sabryna Emanuele da Costa Silva
2° período
Licenciatura em História
parabéns pelo artigo, é muito importante que as pessoas atentem para cultura de sua região.
ResponderExcluirRenato Rosendo
Muito bem Sabryna.Concordo com vc as pessoas tem que dá mais valor as culturas locais.
ResponderExcluir(Andreia Ramos 2ºperiodo de Historia)
Cultura é a identidade de um povo, então não podemos ocultar nem deixar de lado uma história tão importante como a comunidade do Castainho. Ficou legal seu artigo.
ResponderExcluirThiago Jonathan(2° período de história)
Sabryna, achei o seu tema muito relevante desde que se é rotável o descaso com a comunidade quilombola tratada em questão, desde de que a mesma é vitima do processo histórico excludente , que seleciona o que é perminente a padões pré-estabelecidos por grupos de maior poder socioeconômico, logo Sabryna entendo que se faz necessário uma visão de praticas sociais, e a construção de uma nova visão em relação a pessoas tão essenciasi a construção da identidade etnico-racial do Brasil, sendo assim deixo minha singela contribuição( comentário) ao seu artigo. Tiago Morais Bezerra
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