segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A TRANSGRESSÃO DE VALORES MORAIS POR JOVENS DA ASSEMBLEIA DE DEUS E SUA REPERCURSÃO NA SOCIEDAD

   De acordo com a definição do Dicionário da Língua Portuguesa, transgredir significa: Ir além dos termos ou limites (...). infringir. Deixar de cumprir; postergar: Transgredir a ordem. (MICHAELIS, 2008).
            Inseridos em um contexto de um forte teor religioso e moral, jovens membros de igrejas protestantes tradicionais tem constantemente transgredido valores morais de caráter doutrinário causando espanto ante a sociedade, indo assim de encontro com princípios éticos, morais e religiosos concebidos pela mesma.
            Participantes de grupos geralmente endógamos, muitos desses jovens apresentam uma aparente formação moral doutrinária e dogmática que no dia-a-dia não corresponde com a prática, em suma contrariam os relatos de suas pregações realizando atitudes proibidas pelo seu grupo como, “ficar”, ter relações sexuais antes do casamento, manter envolvimentos afetivos com indivíduos de outras denominações religiosas, perjurar, mentir, adulterar, entre outras.
            Vivendo uma etapa de ”Autonomia”, lei própria, assim denominada pelo filósofo e psicólogo Jean Piaget, esse grupo em questão é causador de uma constante escandalização do corpo do qual é membro (igreja) e do contexto no qual está inserido (os demais componentes da sociedade).
            Mas como esses jovens concebem as suas práticas? A sociedade como um grupo observador, o que avalia? Que critério utiliza para seus julgamentos? A igreja perdoa e esquece essas falhas? Ou julga e sentencia o pecador com a sua disciplina doutrinária?
            Logo nessa problemática questiona-se para esses jovens: o que são valores morais, éticos ou o que ainda são tabus nessa discussão para esses grupos tão tradicionais. Eles escolheram livremente viver sob esses padrões? O que deve ser rompido? Que representações o restante da sociedade tem desse grupo que tem assumido maiores proporções nos últimos anos? Que pensamentos esses transgressores possuem? São realmente transgressores ou apenas pessoas que procuram uma reafirmação consciente enquanto seres humanos livres?
            Segundo, Moscovici (2003, p.35)
Nós pensamos através de uma linguagem; nós organizamos nossos pensamentos, de acordo com um sistema que está condicionado, tanto por nossas representações, como por nossa cultura. Nós vemos apenas o que as convenções subjacentes nos permitem ver e nós permanecemos inconscientes dessas convenções [...] Podemos, através de um esforço, tornar-nos conscientes do aspecto convencional da realidade e então escapar de algumas exigências que ela impõe em nossas percepções e pensamentos.
            Sabendo disso nota-se que muitos são os fatores contribuintes para essas transgressões, se faz necessário de imediato uma análise antropológica e sociológica do caso, pois deve-se levar em consideração a relação do indivíduo com o meio, para alguns a rotulação muitas vezes  atribuída é um fator determinante afetando a formação  biopsicossocial do ser. Logo a nós não compete o juízo de valores mas ecoa-se a questão, diante da transgressão os parâmetros cristãos tem sido observados e tem havido uma coerência entre pregação e prática dianteira, dificilmente teremos certeza nessa resposta mas, se faz necessário uma releitura e reavaliação dos nossos julgamentos e concepções acerca do que é moralidade e como a mesma é transgredida. 


 Tiago Morais Bezerra
2º Período História

domingo, 4 de dezembro de 2011

O Mundo Precisa de Loucos!




O mundo é feito de rótulos, nomenclaturas, palavras que dão significados a personalidade, palavras que nomeiam as coisas que usamos e que nomeiam o que somos, nós temos significados, significantes, ícones enfim; diariamente nos deparamos com esses símbolos, imagens representativas que tem seus significados próprios. Rotulamos pessoas e coisas a partir da idéia representativa que ela nos fornece, alguns tem sentidos pejorativos, outros apenas por diferenciar-se dos demais recebem uma nomenclatura única, que em certos momentos por diferenciar-se das demais, das que tentam fazer a diferença ou torna-se diferente por seus atos ou até mesmo seu modo de pensar, podem ser chamados de “loucos” “malucos”, que é nomenclatura que tentarei trabalhar por aqui.   Eu lhes pergunto: qual verdadeiro sentido da realidade? Repetição de valores? Uma vida pacata e feliz? Quem dá o verdadeiro sentido a nossa vida a não ser nós? Porque procuramos a felicidade em outros ambientes, em deuses, em coisas, em objetos,ou até mesmo em outras pessoas e esquecemos de procura-la em nós? A loucura deve ser aplicada e vista em muitos momentos, até mesmo nessa eterna busca pelo sentido. Muitos dizem que a felicidade é encontrada a partir do encontro com a sabedoria, outros afirmam que encontrará quando vamos de encontro com um ser divino, eu afirmo que a felicidade verdadeira é quando encontramos a verdadeira loucura, quando encontramos sentido em nós, no mais puro dos sentimentos que é o auto-conhecimento; Erasmo de Rotterdã tentou exemplificar de forma clara como a loucura age e como ela esta em todos os momentos de nossas vidas e ainda afirma como ela é benéfica: “pergunto-vos então: são as coisas raras e preciosas ou as coisas vis e comuns que convém esconder com mais cuidado? Não dizeis nada? Mas, ainda que não queirais responder, há um provérbio grego que responderá por vos. Eis o que ele significa: A moringa é deixada junto à porta. E, para que ninguém seja bastante ímpio para rejeitar essa sentença, sabei que ela é citada por Aristóteles, o grande deus dos teólogos. Há alguém entre vós que seja bastante tolo para deixar o dinheiro e jóias na rua? Em verdade, não creio. Vós os guardais nos lugares mais secretos de vossas casas, nos recantos mais ocultos de vossos cofres, e deixais o lixo a vista de todos. Ora, se escondemos com tanto cuidado as coisas preciosas e deixamos ao arbítrio de casa um as que não tem valia, não é evidente nosso autor quer dizer a loucura é mais preciosa que a sabedoria, pois ele ordena esconder uma e proíbe esconder outra?escutai agora suas próprias palavras: O homem que esconde sua loucura vale mais que o que esconde sua sabedoria”( Rotterdam,2003,p.116) . vemos a loucura como um sentimento puro, simples e direto, pois a partir destes que são julgados loucos , conseguimos grandes proezas.
            Até mesmo o ato de diferenciar entre o sã e o louco faz por si só um ato de seleção, diversas pessoas tentaram a definição e até hoje a tentam a definir; Raul seixas falou : Enquanto você,Se esforça pra ser um sujeito normal e fazer tudo igual...  Eu do meu lado Aprendendo a ser louco maluco total Na loucura real...Controlando A minha maluquez Misturada Com minha lucidez..” (Maluco Beleza – Raul Seixas) porém essa loucura vemos em nossa realidade misturada com nosso dia a dia, pessoas que tentam mudar, tentam fazer a diferença e tem esperança na mudança, essa loucura de forma positiva, loucura nos sentimentos, nos impulsos ou até mesmo na inteligência , aristóteles afirmou que  Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura, concordo e ainda afirmo que essa colocação de Aristóteles deixa claro que não existe felicidade sem uma veia de loucura, ela nos liberta nos ajuda a viver e suportar uma realidade cruel de pessoas sérias e de certa forma infelizes por não querer saborear deste néctar dos deuses chamado de loucura.


Felipe Correia de Lima - 2º período de história

sábado, 3 de dezembro de 2011

O jovem na criminalidade, sera sua a escolha?

   Um dos temas mais discutidos e polêmicos da atualidade é a entrada cada vez mais prematura de  jovens no mundo do crime, mas antes de fazer qualquer julgamento é necessário entender quais as causas deste ingresso e só assim fazer algo que realmente influencie nas mudanças das consequências com que todos nós convivemos.
   Segundo pesquisas feitas pelo PEA (População Economicamente Ativa) cerca de 60% da população está fora do mercado formal de trabalho, levando em consideração que o Brasil é um país com baixos índices educacionais principalmente para aqueles que dependem da rede pública de educação e também altamente excludente já que sua politica é  Neoliberal o que significa funcionários descartáveis, dificuldade de se conseguir emprego, e consumo exagerado devido ao intenso fluxo comercial, logo estes jovens que muitas vezes não têm estimulo para ir à escola que não têm condições dignas para viver e a sociedade os trata como seres incapazes de inserir-se no mercado de trabalho, já que não podem contar com condições básicas que segundo a constituição brasileira "todo cidadão tem direito a uma vida digna", acham atrativo ganhar R$100,00 por dia vendendo ou transportando drogas, passam  a ser marionetes para quem realmente lucra com estas atividades, pois acabam por imergirem num capitalismo de pilhagem, que segundo o sociólogo Löic Wacquant, é um negócio que se utiliza de mão-de-obra barata e não institucionalizada, influenciando negativamente na economia dos pais que diante deste quadro investe cada vez mais no sistema penitenciário e menos na melhoria das condições de vida para esta parcela da sociedade.
   Sabe-se que o crime organizado não sobrevive sem  a participação do Estado, pois este ao invés de cumprir seu papel de assistir à população, assusta, pune, como se pode ver claramente quando a polícia invade uma favela tratando a todos como traficantes, reforçando a imagem de que o pobre e o negro são bandidos, esquece-se que ali existem muitas pessoas trabalhadoras e honestas, toda esta violência tanto pelo uso da força para ferir  quanto a violência moral, contra o individuo, afeta a população que tem medo até dentro de casa, o país no ponto de vista econômico e social, mas principalmente os jovens que devido a falta de oportunidades ingressam na criminalidade. Já não seria a hora de ver o que realmente deve ser feito tanto pela população na hora de exercer sua cidadania quanto pelos dirigentes responsáveis pelos pais fazendo uma analise minuciosa desta questão social para só assim tomar decisões certas para o futuro da nação.

Natália de Araújo Costa - graduanda na Licenciatura de História - UPE, campus Garanhuns
2º périodo
Docente - Écia Mônica 

O maior vilão dos brasileiros pós 2011

                                                             Ediene Hilda

     Durante muito tempo os brasileiros são atingidos por uma doença que vem crescendo a cada ano no Brasil: o câncer. As gerações passadas evitavam pronunciar o nome e falar sobre o assunto,  porque enxergavam a enfermidade como algo comum.
     Atualmente esse tumor maligno tem atingido muitos famosos,como Hebe Camargo, Reynaldo Giannichini, o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva e outros, casos esses que contribuíram para que a população passe  a conhecer melhor o problema e procure cuidar da sua saúde.
    São diversos os tipos de tumores malignos existentes no mundo, e a tendência é esse número aumentar.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2012,  518 mil pessoas serão vítimas desses males no Brasil - 10 %  a mais em relação a 2011.
     Os tumores mais comuns no país são o câncer de próstata e o de mama. Devido ao envelhecimento da população. Podemos também destacar o câncer do pulmão, cujo o causador é o tabagismo.
     Além dos pontos apresentados anteriormente,uma série de fatores tem contribuído para o aumento de casos da doença,como por exemplo, o clima que vem sendo modificado com o aquecimento do planeta, trazendo consigo consequências graves para a saúde humana; o descaso com a saúde por parte dos indivíduos, principalmente no que diz respeito a procura para realização de exames periódicos, que diagnosticará precocemente a doença, podendo a mesma ser vencida. Outro ponto também que precisa ser urgentemente melhorado é a despreocupação dos nossos representantes políticos que ainda não disponibilizaram para o Sistema Único de Saúde  (SUS) a vacina a qual já está sendo utilizada pela rede privada. Alegando que o país não possui condições financeiras para comprar esse medicamento. No entanto sabemos que essa afirmação não tem veracidade. Pois o país está no ranking das maiores potências econômicas do mundo.
      Enfim, para  o câncer ser reduzido no país, se faz necessário que cada indivíduo faça a sua parte, cuidando da sua saúde -  e que os nossos governantes honrem o papel que lhes foi confiado. Dessa forma pode-se chegar ao objetivo almejado, ou quem sabe ao combate do grande vilão...
                                                                                                                          

                                                                                                                Ediene Hilda é discente do   
                                                                                                               curso de História da Faculdade de
                                                                                                               de Ciência e Tecnologia de   
                                                                                                               Garanhuns
                                                                                                              -FACETEG- (Garanhuns- PE)

Prostituição Masculina

   Cena cada vez mais comum na atualidade, jovens rapazes se tornarem profissionais do sexo, tão natural que até nas telenovelas o assunto está sendo abordado. Fica a questão no ar: "o que está levando tantos homens a decidirem ser prostitutos?
  Segundo pesquisas levantadas, a maioria desses rapazes está na faixa etária de 21 a 28 anos, cursando o Ensino Médio ou Superior, geralmente solteiros. Alguns possuem outras ocupações alem de serem garotos de programa. Boa parte trabalha através de anúncios nos classificados dos jornais, nos quais os clientes já analisam de antemão o "produto" e posteriormente negociam o serviço. É certo afirmar que nenhuma prática da prostituição pode estar desvinculada totalmente do interesse econômico, à medida em que o termo prostituição está diretamente ligado à serviços sexuais mediante remuneração.
   O verbo prostituir origina-se do latim prostituere, termo composto pelo radical estatuo, que significa “colocar”, acrescido do prefixo pro que equivale a “antes” ou “diante de”. O novo  dicionário Aurélio da língua portuguesa define prostituição como “ato ou efeito de prostituir-se” e como “ comércio habitual ou profissional do amor sexual”. A multiplicidade de manifestações que o fenômeno da prostituição abrange traz consigo  uma grande diversidade de conceituações para o termo prostituição, bem como uma hierarquização desta atividade que vem determinar outras tantas nomenclaturas vinculadas ao ato de comercialização do sexo. Tendo em vista o conceito usual de  prostituição, isto é, a concessão de favores sexuais visando recompensas materiais, poderia-se considerar a versão masculina, dentro dos padrões atuais, como uma forma recente de prostituição. Mas, na verdade não é assim, desde antes da existência de nossa cultura  - a cultura  cristã ocidental  -  essa prática existe, o que não existia talvez era o formato que hoje assume.
   O fator econômico é o determinante mais comum de ingresso na prostituição, sendo seguido pelo abandono da família, associados à dificuldade de integração no mercado de trabalho. Para grande parte dos profissionais do sexo, a prostituição é ainda considerada como uma estratégia de curta duração, coincidindo com a transitoriedade das dificuldades encontradas na manutenção pessoal. A baixa escolaridade somada às dificuldades financeiras ou à pobreza absoluta, integram os obstáculos, quase intransponíveis, para a integração dos profissionais do sexo no mercado oficial do trabalho. Os Garotos de Programa em geral, reconhecem que exercendo a Prostituição, conseguem dinheiro de maneira rápida e relativamente fácil. Mas, deve-se lembrar que quase todos tem outras funções e/ou empregos, ou seja, a Prostituição não é a única fonte de renda, mas que vem complementar sua renda total.
   É necessário que a sociedade veja com menos preconceito essa questão, pois o ser humano é livre e deve fazer da sua vida e do seu corpo o que achar que é melhor pra si, tendo em vista que tal prática não prejudica ninguem. Pode ser considerado uma profissão, pois recebe-se por uma prestação de serviço e demonstra ser digna igual qualquer outra.
    Elson de Melo Frazão   2° Período História - Campus Garanhuns

A solidão Tecnológica

Sinto uma imensa falta de aproximação das pessoas devido ao excesso de informatização. Pode-se achar este pensamento uma contradição, já que a tecnologia da comunicação vem ajudando as pessoas que estão à longa distância, a se comunicarem e trocar ideias, antes impossíveis. 

Até aqui é compreensível esta moda. Mas, e as pessoas que estão próximas, as vezes separadas por questão de metros? Será que há realmente a necessidade de tanta informatização, podendo ter o contanto pessoal e ativo? O que se pode perceber na verdade é a desvalorização do diálogo, dos vínculos de amizade, do toque, e do contato com o outro. As amizades são os clichês mais clássicos, como por exemplo, nas redes sociais mais populares como Orkut, Twitter, Face book, entre outros. Temos centenas de amigos, até milhares!

Mas que na realidade, não passam de ícones representativos, ora on-line,oraOff-line. Precisamos de amigos para todas as horas, e nossas necessidades sentimentais e psicológicas não esperam por um sinal on-line. Passamos a imagem do que queremos ser, não do que somos.

E assim fazem conosco reciprocamente. O amor, mais do que nunca torna-se platônico, e submetido diretamente a mídia. A necessidade de exibir nossos sentimentos e intenções a estranhos é algo no mínimo narcisista. A amizade, o amor, a família, são algo raros demais hoje em dia, e o pouco que ainda luta para perpetuar-se, está sendo divulgado como mero adorno de exibicionismo.

Que falta nos faz o bilhete do namorado (a), a esperada carta de uma tia distante, o encontro na praça com os velhos amigo... O estaloe o gosto real do beijo.

Universidade de Pernambuco - UPE
Campus Garanhuns
Arlane Ferreira das Neves
2° Período de História

Qual profissão devo escolher?

   O ensino médio está acabando, os vestibulares estão aí e está na hora de escolher sua futura profissão. Mas qual escolher? 
   Todos os anos no Brasil, milhões de jovens se submetem a processos seletivos, como os vestibulares e o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) para ingressarem no ensino superior, nestes processos seletivos os candidatos fazem uma prova e são selecionados de acordo com a pontuação que conseguem em um determinado numero de vagas. Entretanto antes de submeter-se a esses processos seletivos é preciso escolher qual o curso que vai ingressar, daí surge aquela duvida, qual curso devo escolher?
   É claro, a resposta depende de cada um, simplesmente o vestibulando (aquele que vai prestar vestibular) escolhe de acordo com a sua opinião já formada sobre cada curso. Porém nem todos decidem assim tão rapidamente.
   A maioria das pessoas que vão prestar vestibular mal terminaram o ensino médio, e uma decisão dessas não é fácil não é? Pois decide a futura profissão, daí bate aquela insegurança e o medo de não dar certo só vai aumentando, boa parte dos vestibulandos escolhe o curso com muita dúvida e até na hora da prova continuam duvidosos, porém é certo afirmar que nem todos estão indecisos, há algumas exceções.
    Na hora de escolher um bom curso, é muito bom buscar múltiplas opiniões de diversas pessoas, e há também alguns sites que oferecem testes vocacionais, deve se levar em conta a idade, afinal é uma grande responsabilidade e além da pressão exercida pela família. Tendo em vista a multiplicidades de opções, o vestibulando tem que observar as opções dentre as que estão o seu alcance, deve procurar aquelas com que se assimila mais, por exemplo; um bom aluno de matemática, pode ser um professor, um engenheiro, um contador, entre outras profissões relacionadas.
   Entre os cursos mais escolhidos e cobiçados ainda se encontram os tradicionais como engenharia, medicina, direito, administração e etc. Mas há também no mercado um grade número de cursos com profissões em alta no mercado, e deve-se ficar atento! Muitos vestibulandos ainda escolhem seus cursos por seu status, outros por sua remuneração financeira, alguns escolhem por antigas aspirações da infância, há também os que escolhem por tradição familiar. Realmente há uma grande quantidade de opções e uma boa escolha traz consigo, um sentimento de dever cumprido.  Eu por exemplo tive um pouco de duvida na hora de escolher meu curso, mas tenho certeza que escolhi bem.
   Posso dizer que essas dúvidas são normais, e que alguns especialistas afirmam que essas são boas e construtivas. É certo que dizer que a nossa sociedade valoriza mais a “atitude” do que a formação profissional em si. Em geral decisões para o futuro são de grande responsabilidade e enquanto as dúvidas são o que movem a sociedade.
                                                                                                               
Universidade de Pernambuco UPE
Autor: Mário César Morais Da Silva
Docente: Écia Mônica
2º período de histórias