segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A TRANSGRESSÃO DE VALORES MORAIS POR JOVENS DA ASSEMBLEIA DE DEUS E SUA REPERCURSÃO NA SOCIEDAD

   De acordo com a definição do Dicionário da Língua Portuguesa, transgredir significa: Ir além dos termos ou limites (...). infringir. Deixar de cumprir; postergar: Transgredir a ordem. (MICHAELIS, 2008).
            Inseridos em um contexto de um forte teor religioso e moral, jovens membros de igrejas protestantes tradicionais tem constantemente transgredido valores morais de caráter doutrinário causando espanto ante a sociedade, indo assim de encontro com princípios éticos, morais e religiosos concebidos pela mesma.
            Participantes de grupos geralmente endógamos, muitos desses jovens apresentam uma aparente formação moral doutrinária e dogmática que no dia-a-dia não corresponde com a prática, em suma contrariam os relatos de suas pregações realizando atitudes proibidas pelo seu grupo como, “ficar”, ter relações sexuais antes do casamento, manter envolvimentos afetivos com indivíduos de outras denominações religiosas, perjurar, mentir, adulterar, entre outras.
            Vivendo uma etapa de ”Autonomia”, lei própria, assim denominada pelo filósofo e psicólogo Jean Piaget, esse grupo em questão é causador de uma constante escandalização do corpo do qual é membro (igreja) e do contexto no qual está inserido (os demais componentes da sociedade).
            Mas como esses jovens concebem as suas práticas? A sociedade como um grupo observador, o que avalia? Que critério utiliza para seus julgamentos? A igreja perdoa e esquece essas falhas? Ou julga e sentencia o pecador com a sua disciplina doutrinária?
            Logo nessa problemática questiona-se para esses jovens: o que são valores morais, éticos ou o que ainda são tabus nessa discussão para esses grupos tão tradicionais. Eles escolheram livremente viver sob esses padrões? O que deve ser rompido? Que representações o restante da sociedade tem desse grupo que tem assumido maiores proporções nos últimos anos? Que pensamentos esses transgressores possuem? São realmente transgressores ou apenas pessoas que procuram uma reafirmação consciente enquanto seres humanos livres?
            Segundo, Moscovici (2003, p.35)
Nós pensamos através de uma linguagem; nós organizamos nossos pensamentos, de acordo com um sistema que está condicionado, tanto por nossas representações, como por nossa cultura. Nós vemos apenas o que as convenções subjacentes nos permitem ver e nós permanecemos inconscientes dessas convenções [...] Podemos, através de um esforço, tornar-nos conscientes do aspecto convencional da realidade e então escapar de algumas exigências que ela impõe em nossas percepções e pensamentos.
            Sabendo disso nota-se que muitos são os fatores contribuintes para essas transgressões, se faz necessário de imediato uma análise antropológica e sociológica do caso, pois deve-se levar em consideração a relação do indivíduo com o meio, para alguns a rotulação muitas vezes  atribuída é um fator determinante afetando a formação  biopsicossocial do ser. Logo a nós não compete o juízo de valores mas ecoa-se a questão, diante da transgressão os parâmetros cristãos tem sido observados e tem havido uma coerência entre pregação e prática dianteira, dificilmente teremos certeza nessa resposta mas, se faz necessário uma releitura e reavaliação dos nossos julgamentos e concepções acerca do que é moralidade e como a mesma é transgredida. 


 Tiago Morais Bezerra
2º Período História

domingo, 4 de dezembro de 2011

O Mundo Precisa de Loucos!




O mundo é feito de rótulos, nomenclaturas, palavras que dão significados a personalidade, palavras que nomeiam as coisas que usamos e que nomeiam o que somos, nós temos significados, significantes, ícones enfim; diariamente nos deparamos com esses símbolos, imagens representativas que tem seus significados próprios. Rotulamos pessoas e coisas a partir da idéia representativa que ela nos fornece, alguns tem sentidos pejorativos, outros apenas por diferenciar-se dos demais recebem uma nomenclatura única, que em certos momentos por diferenciar-se das demais, das que tentam fazer a diferença ou torna-se diferente por seus atos ou até mesmo seu modo de pensar, podem ser chamados de “loucos” “malucos”, que é nomenclatura que tentarei trabalhar por aqui.   Eu lhes pergunto: qual verdadeiro sentido da realidade? Repetição de valores? Uma vida pacata e feliz? Quem dá o verdadeiro sentido a nossa vida a não ser nós? Porque procuramos a felicidade em outros ambientes, em deuses, em coisas, em objetos,ou até mesmo em outras pessoas e esquecemos de procura-la em nós? A loucura deve ser aplicada e vista em muitos momentos, até mesmo nessa eterna busca pelo sentido. Muitos dizem que a felicidade é encontrada a partir do encontro com a sabedoria, outros afirmam que encontrará quando vamos de encontro com um ser divino, eu afirmo que a felicidade verdadeira é quando encontramos a verdadeira loucura, quando encontramos sentido em nós, no mais puro dos sentimentos que é o auto-conhecimento; Erasmo de Rotterdã tentou exemplificar de forma clara como a loucura age e como ela esta em todos os momentos de nossas vidas e ainda afirma como ela é benéfica: “pergunto-vos então: são as coisas raras e preciosas ou as coisas vis e comuns que convém esconder com mais cuidado? Não dizeis nada? Mas, ainda que não queirais responder, há um provérbio grego que responderá por vos. Eis o que ele significa: A moringa é deixada junto à porta. E, para que ninguém seja bastante ímpio para rejeitar essa sentença, sabei que ela é citada por Aristóteles, o grande deus dos teólogos. Há alguém entre vós que seja bastante tolo para deixar o dinheiro e jóias na rua? Em verdade, não creio. Vós os guardais nos lugares mais secretos de vossas casas, nos recantos mais ocultos de vossos cofres, e deixais o lixo a vista de todos. Ora, se escondemos com tanto cuidado as coisas preciosas e deixamos ao arbítrio de casa um as que não tem valia, não é evidente nosso autor quer dizer a loucura é mais preciosa que a sabedoria, pois ele ordena esconder uma e proíbe esconder outra?escutai agora suas próprias palavras: O homem que esconde sua loucura vale mais que o que esconde sua sabedoria”( Rotterdam,2003,p.116) . vemos a loucura como um sentimento puro, simples e direto, pois a partir destes que são julgados loucos , conseguimos grandes proezas.
            Até mesmo o ato de diferenciar entre o sã e o louco faz por si só um ato de seleção, diversas pessoas tentaram a definição e até hoje a tentam a definir; Raul seixas falou : Enquanto você,Se esforça pra ser um sujeito normal e fazer tudo igual...  Eu do meu lado Aprendendo a ser louco maluco total Na loucura real...Controlando A minha maluquez Misturada Com minha lucidez..” (Maluco Beleza – Raul Seixas) porém essa loucura vemos em nossa realidade misturada com nosso dia a dia, pessoas que tentam mudar, tentam fazer a diferença e tem esperança na mudança, essa loucura de forma positiva, loucura nos sentimentos, nos impulsos ou até mesmo na inteligência , aristóteles afirmou que  Nunca existiu uma grande inteligência sem uma veia de loucura, concordo e ainda afirmo que essa colocação de Aristóteles deixa claro que não existe felicidade sem uma veia de loucura, ela nos liberta nos ajuda a viver e suportar uma realidade cruel de pessoas sérias e de certa forma infelizes por não querer saborear deste néctar dos deuses chamado de loucura.


Felipe Correia de Lima - 2º período de história

sábado, 3 de dezembro de 2011

O jovem na criminalidade, sera sua a escolha?

   Um dos temas mais discutidos e polêmicos da atualidade é a entrada cada vez mais prematura de  jovens no mundo do crime, mas antes de fazer qualquer julgamento é necessário entender quais as causas deste ingresso e só assim fazer algo que realmente influencie nas mudanças das consequências com que todos nós convivemos.
   Segundo pesquisas feitas pelo PEA (População Economicamente Ativa) cerca de 60% da população está fora do mercado formal de trabalho, levando em consideração que o Brasil é um país com baixos índices educacionais principalmente para aqueles que dependem da rede pública de educação e também altamente excludente já que sua politica é  Neoliberal o que significa funcionários descartáveis, dificuldade de se conseguir emprego, e consumo exagerado devido ao intenso fluxo comercial, logo estes jovens que muitas vezes não têm estimulo para ir à escola que não têm condições dignas para viver e a sociedade os trata como seres incapazes de inserir-se no mercado de trabalho, já que não podem contar com condições básicas que segundo a constituição brasileira "todo cidadão tem direito a uma vida digna", acham atrativo ganhar R$100,00 por dia vendendo ou transportando drogas, passam  a ser marionetes para quem realmente lucra com estas atividades, pois acabam por imergirem num capitalismo de pilhagem, que segundo o sociólogo Löic Wacquant, é um negócio que se utiliza de mão-de-obra barata e não institucionalizada, influenciando negativamente na economia dos pais que diante deste quadro investe cada vez mais no sistema penitenciário e menos na melhoria das condições de vida para esta parcela da sociedade.
   Sabe-se que o crime organizado não sobrevive sem  a participação do Estado, pois este ao invés de cumprir seu papel de assistir à população, assusta, pune, como se pode ver claramente quando a polícia invade uma favela tratando a todos como traficantes, reforçando a imagem de que o pobre e o negro são bandidos, esquece-se que ali existem muitas pessoas trabalhadoras e honestas, toda esta violência tanto pelo uso da força para ferir  quanto a violência moral, contra o individuo, afeta a população que tem medo até dentro de casa, o país no ponto de vista econômico e social, mas principalmente os jovens que devido a falta de oportunidades ingressam na criminalidade. Já não seria a hora de ver o que realmente deve ser feito tanto pela população na hora de exercer sua cidadania quanto pelos dirigentes responsáveis pelos pais fazendo uma analise minuciosa desta questão social para só assim tomar decisões certas para o futuro da nação.

Natália de Araújo Costa - graduanda na Licenciatura de História - UPE, campus Garanhuns
2º périodo
Docente - Écia Mônica 

O maior vilão dos brasileiros pós 2011

                                                             Ediene Hilda

     Durante muito tempo os brasileiros são atingidos por uma doença que vem crescendo a cada ano no Brasil: o câncer. As gerações passadas evitavam pronunciar o nome e falar sobre o assunto,  porque enxergavam a enfermidade como algo comum.
     Atualmente esse tumor maligno tem atingido muitos famosos,como Hebe Camargo, Reynaldo Giannichini, o ex-presidente Luíz Inácio Lula da Silva e outros, casos esses que contribuíram para que a população passe  a conhecer melhor o problema e procure cuidar da sua saúde.
    São diversos os tipos de tumores malignos existentes no mundo, e a tendência é esse número aumentar.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2012,  518 mil pessoas serão vítimas desses males no Brasil - 10 %  a mais em relação a 2011.
     Os tumores mais comuns no país são o câncer de próstata e o de mama. Devido ao envelhecimento da população. Podemos também destacar o câncer do pulmão, cujo o causador é o tabagismo.
     Além dos pontos apresentados anteriormente,uma série de fatores tem contribuído para o aumento de casos da doença,como por exemplo, o clima que vem sendo modificado com o aquecimento do planeta, trazendo consigo consequências graves para a saúde humana; o descaso com a saúde por parte dos indivíduos, principalmente no que diz respeito a procura para realização de exames periódicos, que diagnosticará precocemente a doença, podendo a mesma ser vencida. Outro ponto também que precisa ser urgentemente melhorado é a despreocupação dos nossos representantes políticos que ainda não disponibilizaram para o Sistema Único de Saúde  (SUS) a vacina a qual já está sendo utilizada pela rede privada. Alegando que o país não possui condições financeiras para comprar esse medicamento. No entanto sabemos que essa afirmação não tem veracidade. Pois o país está no ranking das maiores potências econômicas do mundo.
      Enfim, para  o câncer ser reduzido no país, se faz necessário que cada indivíduo faça a sua parte, cuidando da sua saúde -  e que os nossos governantes honrem o papel que lhes foi confiado. Dessa forma pode-se chegar ao objetivo almejado, ou quem sabe ao combate do grande vilão...
                                                                                                                          

                                                                                                                Ediene Hilda é discente do   
                                                                                                               curso de História da Faculdade de
                                                                                                               de Ciência e Tecnologia de   
                                                                                                               Garanhuns
                                                                                                              -FACETEG- (Garanhuns- PE)

Prostituição Masculina

   Cena cada vez mais comum na atualidade, jovens rapazes se tornarem profissionais do sexo, tão natural que até nas telenovelas o assunto está sendo abordado. Fica a questão no ar: "o que está levando tantos homens a decidirem ser prostitutos?
  Segundo pesquisas levantadas, a maioria desses rapazes está na faixa etária de 21 a 28 anos, cursando o Ensino Médio ou Superior, geralmente solteiros. Alguns possuem outras ocupações alem de serem garotos de programa. Boa parte trabalha através de anúncios nos classificados dos jornais, nos quais os clientes já analisam de antemão o "produto" e posteriormente negociam o serviço. É certo afirmar que nenhuma prática da prostituição pode estar desvinculada totalmente do interesse econômico, à medida em que o termo prostituição está diretamente ligado à serviços sexuais mediante remuneração.
   O verbo prostituir origina-se do latim prostituere, termo composto pelo radical estatuo, que significa “colocar”, acrescido do prefixo pro que equivale a “antes” ou “diante de”. O novo  dicionário Aurélio da língua portuguesa define prostituição como “ato ou efeito de prostituir-se” e como “ comércio habitual ou profissional do amor sexual”. A multiplicidade de manifestações que o fenômeno da prostituição abrange traz consigo  uma grande diversidade de conceituações para o termo prostituição, bem como uma hierarquização desta atividade que vem determinar outras tantas nomenclaturas vinculadas ao ato de comercialização do sexo. Tendo em vista o conceito usual de  prostituição, isto é, a concessão de favores sexuais visando recompensas materiais, poderia-se considerar a versão masculina, dentro dos padrões atuais, como uma forma recente de prostituição. Mas, na verdade não é assim, desde antes da existência de nossa cultura  - a cultura  cristã ocidental  -  essa prática existe, o que não existia talvez era o formato que hoje assume.
   O fator econômico é o determinante mais comum de ingresso na prostituição, sendo seguido pelo abandono da família, associados à dificuldade de integração no mercado de trabalho. Para grande parte dos profissionais do sexo, a prostituição é ainda considerada como uma estratégia de curta duração, coincidindo com a transitoriedade das dificuldades encontradas na manutenção pessoal. A baixa escolaridade somada às dificuldades financeiras ou à pobreza absoluta, integram os obstáculos, quase intransponíveis, para a integração dos profissionais do sexo no mercado oficial do trabalho. Os Garotos de Programa em geral, reconhecem que exercendo a Prostituição, conseguem dinheiro de maneira rápida e relativamente fácil. Mas, deve-se lembrar que quase todos tem outras funções e/ou empregos, ou seja, a Prostituição não é a única fonte de renda, mas que vem complementar sua renda total.
   É necessário que a sociedade veja com menos preconceito essa questão, pois o ser humano é livre e deve fazer da sua vida e do seu corpo o que achar que é melhor pra si, tendo em vista que tal prática não prejudica ninguem. Pode ser considerado uma profissão, pois recebe-se por uma prestação de serviço e demonstra ser digna igual qualquer outra.
    Elson de Melo Frazão   2° Período História - Campus Garanhuns

A solidão Tecnológica

Sinto uma imensa falta de aproximação das pessoas devido ao excesso de informatização. Pode-se achar este pensamento uma contradição, já que a tecnologia da comunicação vem ajudando as pessoas que estão à longa distância, a se comunicarem e trocar ideias, antes impossíveis. 

Até aqui é compreensível esta moda. Mas, e as pessoas que estão próximas, as vezes separadas por questão de metros? Será que há realmente a necessidade de tanta informatização, podendo ter o contanto pessoal e ativo? O que se pode perceber na verdade é a desvalorização do diálogo, dos vínculos de amizade, do toque, e do contato com o outro. As amizades são os clichês mais clássicos, como por exemplo, nas redes sociais mais populares como Orkut, Twitter, Face book, entre outros. Temos centenas de amigos, até milhares!

Mas que na realidade, não passam de ícones representativos, ora on-line,oraOff-line. Precisamos de amigos para todas as horas, e nossas necessidades sentimentais e psicológicas não esperam por um sinal on-line. Passamos a imagem do que queremos ser, não do que somos.

E assim fazem conosco reciprocamente. O amor, mais do que nunca torna-se platônico, e submetido diretamente a mídia. A necessidade de exibir nossos sentimentos e intenções a estranhos é algo no mínimo narcisista. A amizade, o amor, a família, são algo raros demais hoje em dia, e o pouco que ainda luta para perpetuar-se, está sendo divulgado como mero adorno de exibicionismo.

Que falta nos faz o bilhete do namorado (a), a esperada carta de uma tia distante, o encontro na praça com os velhos amigo... O estaloe o gosto real do beijo.

Universidade de Pernambuco - UPE
Campus Garanhuns
Arlane Ferreira das Neves
2° Período de História

Qual profissão devo escolher?

   O ensino médio está acabando, os vestibulares estão aí e está na hora de escolher sua futura profissão. Mas qual escolher? 
   Todos os anos no Brasil, milhões de jovens se submetem a processos seletivos, como os vestibulares e o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) para ingressarem no ensino superior, nestes processos seletivos os candidatos fazem uma prova e são selecionados de acordo com a pontuação que conseguem em um determinado numero de vagas. Entretanto antes de submeter-se a esses processos seletivos é preciso escolher qual o curso que vai ingressar, daí surge aquela duvida, qual curso devo escolher?
   É claro, a resposta depende de cada um, simplesmente o vestibulando (aquele que vai prestar vestibular) escolhe de acordo com a sua opinião já formada sobre cada curso. Porém nem todos decidem assim tão rapidamente.
   A maioria das pessoas que vão prestar vestibular mal terminaram o ensino médio, e uma decisão dessas não é fácil não é? Pois decide a futura profissão, daí bate aquela insegurança e o medo de não dar certo só vai aumentando, boa parte dos vestibulandos escolhe o curso com muita dúvida e até na hora da prova continuam duvidosos, porém é certo afirmar que nem todos estão indecisos, há algumas exceções.
    Na hora de escolher um bom curso, é muito bom buscar múltiplas opiniões de diversas pessoas, e há também alguns sites que oferecem testes vocacionais, deve se levar em conta a idade, afinal é uma grande responsabilidade e além da pressão exercida pela família. Tendo em vista a multiplicidades de opções, o vestibulando tem que observar as opções dentre as que estão o seu alcance, deve procurar aquelas com que se assimila mais, por exemplo; um bom aluno de matemática, pode ser um professor, um engenheiro, um contador, entre outras profissões relacionadas.
   Entre os cursos mais escolhidos e cobiçados ainda se encontram os tradicionais como engenharia, medicina, direito, administração e etc. Mas há também no mercado um grade número de cursos com profissões em alta no mercado, e deve-se ficar atento! Muitos vestibulandos ainda escolhem seus cursos por seu status, outros por sua remuneração financeira, alguns escolhem por antigas aspirações da infância, há também os que escolhem por tradição familiar. Realmente há uma grande quantidade de opções e uma boa escolha traz consigo, um sentimento de dever cumprido.  Eu por exemplo tive um pouco de duvida na hora de escolher meu curso, mas tenho certeza que escolhi bem.
   Posso dizer que essas dúvidas são normais, e que alguns especialistas afirmam que essas são boas e construtivas. É certo que dizer que a nossa sociedade valoriza mais a “atitude” do que a formação profissional em si. Em geral decisões para o futuro são de grande responsabilidade e enquanto as dúvidas são o que movem a sociedade.
                                                                                                               
Universidade de Pernambuco UPE
Autor: Mário César Morais Da Silva
Docente: Écia Mônica
2º período de histórias

VALORES SEXUAIS E VIRGINDADE PRÉ-MATRIMONIAL: O CONFLITO ENTE GERAÇÕES




Geralmente os pais procuram educar seus filhos nas mesmas perspectivas que foram educados, isto é, quando tiveram educação satisfatória e proveitosa. O mundo de hoje não é o mesmo mundo de ontem, assim como, o mundo de amanhã também mudará. Os pais foram educados e viveram a algumas décadas, de 20 a 40 anos, mais ou menos; os costumes eram outros, as tradições estão cada vez mais em declínio, os gostos, as músicas, as festas, as conversas, tudo passa por transformações que precisam ser consideradas quando se educa alguém.
É preciso considerar o tempo e o espaço. Todos, pais e filhos, vivem nessa sociedade em transformação, mas o tempo é outro para cada um. Na época da adolescência dos pais, o espaço era diferente, os valores eram diferentes, dos da época da adolescência dos filhos. E assim será para sempre, afinal, a sociedade está em constante mudança.
Os filhos sofrem influencia tanto dos valores que os pais passam para eles, como do restante do mundo. Esses fatores externos, como escola, mídia, amigos, entre outros, têm maior peso por serem novidades. Quando crianças, os filhos, “sempre” seguiam a vontade dos pais, na adolescência, a novidade é mais atraente. Por essa razão, os pais tendem a pensarem que seus filhos estão rebeldes e desobedientes. Nada disso! Só buscam novas informações.
A mídia e os colegas, com certeza, não repreendem quando o assunto é sexo. Não segredam, pelo contrário, dizem o que sabem. Os pais podem ter as informações mais certas, mas, na maioria das vezes, às guardam no fundo do baú, passam apenas as regras sem explicações de porque segui-las. Regras não são facilmente aceitas, principalmente pelo adolescente.
“O jovem está em um estágio de vida no qual o atual comportamento ocorre, e eles necessitam relacionar os valores de seus pais àquilo que estão fazendo ou irão fazer” (PETERS, 1985, p. 69).
Muitas vezes quem diz o que queremos escutar tem mais autoridade do que quem diz a verdade. Tudo depende do modo de falar. Os filhos têm grande respeito e amor pelos pais, é difícil escolher entre seguir seus desejos e obedecer às regras impostas. Mas, pode-se muito bem fazer essa associação.
Atualmente é muito difícil encontrar jovens que mantém a virgindade antes do casamento. Nada adianta os pais terem esse desejo. O que devem fazer é orientar seus filhos para que sejam responsáveis e não fechar os olhos diante da realidade. Manter a virgindade passou a ser estipulada para a mulher como forma de garantir que os filhos eram mesmo se seu marido e, assim, que a herança não fosse passada para algum bastardo. Até esse período, a mulher, assim como o homem, tinham relações sexuais com vários parceiros. Porém, que fique claro que isso não aconteceu com todos os povos. Cada sociedade tinha seus costumes e a história não aconteceu igual para todos os povos. O desenvolvimento da humanidade não se deu se uma só vez em todas as regiões. Nos dias de hoje, as mulheres estão muito mais independentes, vivem em um contexto diferente, o que possibilita maior autonomia nas tomada de decisões de sua vida particular. O conflito ainda é grande, muitos pais se quer admitem que seus filhos não aceitam seus valores, para eles os fatores externos é que os induzem a terem relações sexuais, e não seus próprios desejos.
Sobre isso, Peters afirma que:

Para muitos pais e seus filhos, o conflito sobre sexo pré-matrimonial continuará a ser caracterizado por “pais brincando de avestruz e escondendo sua cabeça na areia, e o esforço dos jovens a não permitir que o vento faça com que a areia se espalhe.” (1984, p. 76-77).

Não se sabe realmente o fim do conflito se baseia no “finjo que não sei e você finge que não faz.” O que se sabe é que a sociedade não para de sofrer transformações culturais, econômicas e, também, sexuais. O jovem que hoje tem pensamentos diferentes dos pensamentos de seus pais, amanhã pensará diferente de seus filhos. O tempo e espaço é que determinam a extensão do conflito entre gerações; pais e filhos sempre viveram em sistemas de valores diferentes para cada um, afinal, até indivíduos de uma mesma geração têm pensamentos e atitudes que os diferem
Os pais devem manter seus valores até o ponto que acham certo, assim também devem fazer os filhos. Mas, cabe a cada um decidir o que fazer e como agir, mesmo diante das influências recebidas assim como, cabe a cada um ter responsabilidade e assumi-la perante seus atos.


UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE 
CAMPUS GARANHUNS
ESTUDANTE: IWRY ELIZABETE DA SILVA
DOCENTE: ÉCIA MÔNICA
HISTÓRIA - 2º PERIODO.

Família Como um processo socializador

Qual o papel dos pais na vida social das crianças? Será que todo esforço econômico é suficiente?

            Na história da humanidade as crianças viviam em um meio social onde limitavam-se a uma educação e família. Na idade Média percebemos bem a presença intensa dos pais na vida dos filhos, e da igreja como educadora.
            Hoje pode ser fácil tentar montar idéias para melhorar uma sociedade atual tão dotada de desrespeito quanto de marginalidade.
            Uma das respostas para o desmantelo da sociedade é a falta dos pais na vida social dos filhos.
            Como a sociedade hoje está tão preocupada com os valores econômicos, que acabam esquecendo do real valor da família e de uma sociedade. As pessoas adotam um esquema capitalista que vai afetando diretamente a família, não que seja ruim, mas tudo tem que ser demasiado, nada no exagero. Responsabilizando a escola de educar socialmente a criança, não que a escola não tenha esse papel, mais em partes, pois nem todas as coisas podem ser totalizadas. A educação é um meio onde orienta ao homem (criança ou cidadão) a tomar ou escolher diferentes direções sem nenhum mal, segundo Kant afirma “A única causa do mal consiste em não submeter a natureza a normas. No homem não há germes senão para o bem” (KANT, 1996b, p.24). Cabe nesse caso também aos pais educar e não apenas manter economicamente um filho. Para uma criança normas e limites devem ser estabelecidos pelos pais. A acessibilidade e a liberdade na vida de uma criança se dão através dos fatores mencionados anteriormente.
            Cabe aos pais, hoje, participarem ativamente da vida social de seus filhos impondo limites e se preocupando principalmente com os sentimentos que o envolvem que consequentemente geram certas atitudes que podem afetam diretamente a sociedade. Não necessariamente precisamos regressar a Idade Média, que seria impossível, mais precisamos dar um valor maior quanto a família 
como um fator principal que forma um indivíduo. 

Universidade de Pernambuco-UPE
Aluna: Allana Patricia Andrade Barros
Professora: Écia Mônica
2º Periodo de Historia

O que você ouvi por ai?

Existe uma grande diversidade de gêneros musicais tais como, a MPB, o Pop Rock, Reavy Metal, Religiosas, Folclóricas entre outros. Nunca se teve tanta produção musical no Brasil, como nos últimos dois séculos. Mais como identificar uma música ou gênero e qualificá-lo como de boa qualidade?
A música no decorrer do tempo passou por diversas transformações e a nova geração de ouvintes e compositores também. Infelizmente hoje em dia o povo brasileiro fez do mundo da música nacional um lugar obscuro onde os demais apreciadores da música popular não se sentem mais familiarizados a esse tipo de ambiente.
Não é comum se  vê um jovem dizer que “curte” Tom Jobim ou Villa-Lobos. O que será que aconteceu com essa “nova geração”? Onde está aqueles grandes compositores que tivemos, por exemplo, na Ditadura Militar ou em tantos outros movimentos que deu-se na música brasileira?
Um dos motivos para esses jovens não ouvirem e conhecerem o mínimo sobre esses compositores e outros demais, é a pouca circulação na mídia. Hoje as músicas são mais valorizadas por suas melodias e não por suas letras. As rádios, por exemplo, eram lugares onde se podia ouvir esse tipo de música e trocou seu repertório de artistas qualificados para dar valor a grupos sem um estudo adequado nas suas composições, só para atender as exigências vindas da cultura de massa que por sinal é “manipulada” pela mídia.
A questão aqui não é redefinir o gosto musical e as preferências das pessoas, mais sim a qualidade que a música está tendo atualmente ao contrário dos anos 60. E isso quer dizer que não devemos desvalorizar nossos grandes talentos da música, para dar espaço a artistas que não vêem a música como um elemento de trabalho sério.
Estamos sendo “bombardeados” por essas músicas ditas da “moda” onde seu potencial de qualidade pode-se dizer que está sendo extinto, e isso desmotiva aqueles que acreditam que a nossa cultura pode sobreviver. Mais para isso temos que resgatar os valores culturais que estão desaparecendo aos poucos.  

Universidade de Pernambuco - UPE
Campus Garanhuns
Géssica da Silva Nascimento
2° Período de História

  

Racismo: a "diferença" entre Brancos e Negros

Durante estudos, com a TV ligada, no dia 30 de novembro do corrente ano, assisti uma reportagem que me chamou muito a atenção. O episódio passou-se em São Paulo, tratava-se de um teste sobre preconceito racial, que envolvia dois atores: um negro, outro branco. Eles foram vestidos de forma tão idêntica, que a única diferença entre ambos era a cor. Em momentos diferentes, mas no mesmo ponto estratégico (farol), passaram-se por vendedores de doces. O “Branco”, num espaço de dez minutos vendeu seis doces, foi bem recebido pelos motoristas que abriam os vidros de seus carros e compravam ou simplesmente agradeciam e não queriam doces. Logo em seguida, foi dado ao “Negro” o mesmo espaço de tempo, mesmo esforçando-se muito não vendeu nenhum doce. Os motoristas se afastavam assim que era possível, muitas vezes o ignorando quando os abordava. Terminado a primeira parte do teste, ainda no mesmo farol, o repórter entrou em ação e perguntou aos motoristas como eles agiriam se fossem abordados por um vendedor ambulante “negro” e outro vendedor “branco”. Foram unânimes em afirmar que os tratariam com igualdade. Na segunda parte do teste, com outro figurino, também em momentos diferentes, com o mesmo espaço de tempo, foram deixados defronte um estabelecimento elegante. O “branco” passou despercebido, mas o “Negro” foi abordado pelos seguranças que perguntaram o que ele queria ali. Depois de algum tempo, o repórter os procurou dizendo que estava fazendo uma pesquisa e perguntou o que eles fariam se estivessem parados na frente daquele estabelecimento, duas pessoas, sendo um negro e outro branco. Ambos responderam que não fariam nada nem os abordariam. Na terceira parte do teste, os dois atores passaram-se por compradores de carros. Numa determinada concessionária, o “branco” foi bem recebido pelo vendedor que mostrou o modelo que lhe foi pedido, até permitiu que o comprador entrasse no carro para ver se gostava, sem lhe fazer perguntas. O “negro” quando dirigiu-se à mesma concessionária, foi abordado pelo vendedor que lhe fez várias perguntas, como por exemplo, se tinha dinheiro, onde e com o que trabalhava,  etc. além de não permitir que ele entrasse no carro que gostaria de comprar. Ao ser questionado pelo repórter, o vendedor disse que trataria o negro e o branco da mesma maneira, pois ambos são compradores em potencial.
Essa reportagem retrata algo tão presente e, tão “normal” dentro da sociedade brasileira. Preconceito racial é algo que no discurso da nossa sociedade não existe, porém o que se observa é uma postura totalmente contrária, que se apresenta de forma mascarada, encoberta em atitudes inocentes e casuais que trazem disfarçadas uma forte carga de exclusão racial. A sociedade vive com vendas nos olhos, com uma cegueira a este respeito, sem querer discutir o problema. É preciso que se trate o assunto de frente, pois o racismo está de forma sutil, entranhado nos segmentos fundamentais da sociedade e na cultura brasileira.  
O preconceito racial é uma doença insidiosa moral e social que afeta a todos. É diagnosticada pela catalogação dos seus vários sintomas e manifestações que incluem o medo, a intolerância, a separação, a segregação, a discriminação e o ódio. Apesar de todos estes sintomas de preconceito racial serem manifestados, a única causa subjacente de tal preconceito é a ignorância. . Na medida em que o preconceito racial se manifesta, em que as pessoas são "pré-julgadas" com base nas características superficiais, percebe-se honestamente que todas as pessoas "sofrem" deste mal em vários níveis. Quando um indivíduo não conhece bem o outro, começa a caracterizá-lo, consciente ou inconscientemente, com base no que vê. Novamente, isso é devido à ignorância do verdadeiro caráter da pessoa e da personalidade.
Para combater a doença do preconceito racial é necessário que haja uma conscientização de que somos todos iguais em espécie, não na aparência, mas conviver com as diferenças, por difícil que pareça, nos enriquece como pessoas. Se todos fossemos iguais, seríamos atingidos pelos mesmos problemas, sem perspectivas de resolução, já que todas as ideias e problemas seriam semelhantes bem como todas as formas de ação para solucioná-los.  Nossos esforços devem ser voltados contra discriminações vis, como o racismo, que apenas nos desqualificam como seres humanos.

Universidade de Pernambuco - UPE
Aluno: José Carlos Daniel
2º período de história

Lobos disfarçados de ovelhas


      
      Infelizmente nos dias de hoje, o que antes eram consideradas pessoas bondosas, que ensinava o que era certo, pessoas consideradas de Deus, hoje denigrem o sacerdócio, considerados como ladrões. Estou me referindo a homens que exploram a fé dos fieis e para obter bens materiais e riquezas, distorcem o ensino que é pregado segundo a doutrina Cristã.
Com pregações e ensino sobre prosperidade e riquezas convence os fieis a darem seus recursos financeiros à “igreja” e em troca, serem abençoados ou conquistarem o reino dos céus. Com essa técnica milhares de pessoas são enganadas com falsas promessas. 
      
       Ao analisarmos as escrituras sagradas (a Bíblia Sagrada) e os ensinamentos de Jesus, não vemos Jesus dando uma ênfase no obter bens materiais ou riquezas, muito pelo contrario, a base de sua maior mensagem era que devíamos aspirar por uma pátria vindoura, e não o atentarmos naquilo que é temporal, ou seja, tudo que eu venha constituir nesta terra aqui ficara, vemos no ensino dos apóstolos no livro de atos (na Bíblia Sagrada) na qual eles repartiam tudo o que tinham, então vemos um grande desapego aos bens materiais. Mas ao contrario do que o cristianismo ensina muitos “lideres religiosos” interpretam a mensagem cristã como lhe convém.
     
     Então aqui nos deixa uma incógnita, um oficio que tão lindo, na qual sua mensagem era para ser falado sobre amor que é a base nos ensinamentos cristãos, esperança, santidade e devoção a Deus, vemos que muitos maus exemplos estão exercendo tal vocação. Deparamos com pastores ladrões exibindo em rede nacional,com dinheiro na cueca, dinheiro escondido,com casas de luxo,padres abusando do luxo, ate com vestes com linho de ouro(roupa papal ), enquanto boa parte dos fieis passam necessidades e privações. O povo deve se conscientizar, da verdade que é ensinada, não se deixar levar por aqueles que só querem colocar em primeiro lugar a sua vontade própria, esquecendo das pessoas que passam necessidades e vivendo no luxo nas custas da miséria de outros.
     
      Mas levando em consideração, que nem todos os lideres religiosos tem a mesma visão que tais usurpadores da verdade crista têm, procuram levar o amor, e a verdade que é pregada no cristianismo, colocando em primeiro lugar a vontade de Deus, que é ajudar ao próximo assim como Jesus ajudou a todos que precisavam.    

Universidade de Pernambuco - UPE
Autor: Felipe H. Nascimento       
Docente: Écia Mônica
2O Período de História


       

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

COPA DO MUNDO BRASIL 2014, LUCRO OU PREJUIZO?

Um dos maiores eventos (se não o maior), a copa do mundo aqui no Brasil em 2014, terá um preço meio salgado para os cofres brasileiros, algo que gira em torno de R$ 23,4 bilhões a 112 bilhões de reais.
Já sabemos os estados que será sede (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Os horários dos jogos, nomes de alguns estádios, enfim, mas o que realmente não temos certeza é se teremos lucros ou prejuízos. Há pontos positivos, melhoria nos transportes (ampliação e reformas em aeroportos) melhorias e ampliações também nas linhas de metrô, melhor circulação e manutenção de ônibus. A construção e reformas de estádios também trará benefícios, sem contar também, com o investimento na segurança pública. Com isso podem ser gerados cerca de 332 mil empregos permanentes e 381 mil temporários.
Há também pontos negativos, grande parte deste investimento vai sair do bolso dos contribuintes, nós “pagantes fiéis” (e não pague não para ver) de impostos, afinal quem é que enche os cofres federais? Nós, é claro. E o que nos dará a certeza de que todo esse dinheiro chegará ao seu destino? E o que vai ser feito com estádios construídos em estados que o Futebol não é tão expressivo?(Manaus, Brasília, Natal e Cuiabá).
Se de fato vai ser positivo ou negativo não temos certeza, só nos resta torcer por duas coisas, pelo hexa, e para que o nosso país não pague caro por esta festa.

Universidade de Pernambuco- UPE –
Aluno: Alex Maximiano da Silva
2° período de História
Professora: Écia Monica

Fomos criados por um ser superior ou temos a origem apartir da matéria?

               A principio no decorrer dos tempos, ocorreram grandes revoluções científicas e tecnológicas em todas as áreas do conhecimento que resultaram em evidente progresso; mas o fato é que ainda hoje, cientistas, filósofos, pensadores religiosos de todas as crenças se colocam diante de um dos mais intrigantes enigmas: como, quem, quando e porque surgiu o que se chama VIDA? A dificuldade em discutir esse tema evidencia-se a partir da grande complexidade em definir uma resposta a um assunto que há muito tempo tem chamado à atenção do mundo.
                Mas para poder analisar tal fato, teria que começar falando sobre a existência de Deus. Se ele é o criador de todas as coisas, quem o criou? Acho que tal pergunta é sem sentido até porque é uma pergunta sem resposta, porque a definição para o mesmo é de um Ser Supremo, perfeito que apenas existe por si mesmo. Atualmente para a ciência não há nenhuma prova que confirme a existência ou inexistência de Deus, porém por outro lado, particularmente, cientistas não deixam de expressar suas convicções em relação ao tema. A questão da existência de Deus se torna então totalmente fundamental, porque dela depende não só a existência do universo como também a possibilidade de seu conhecimento.
                Portanto, se tenho como uma causa primária, uma inteligência suprema que a tudo preside, existe uma hipótese sobre a formação dos seres, como sendo a vida o efeito de um agente atuante sobre a matéria, mais precisamente naquele período denominado pela microbiologia de pré-biótico, quando moléculas primitivas fizeram seus primeiros ensaios em associações e dissociações que duraram por milênios e que representaram toda a base da vida que estava por se manifestar. Vale salientar que as condições na Terra, em seus primórdios, eram muito diferentes das condições atuais, a base para o conceito de uma sopa primordial, que teria servido como uma incubadora para a vida vem de diversos experimentos, juntamente com uma extensa pesquisa feita em amostras geológicas que podem fornecer indícios de como a atmosfera da Terra era nos primeiros anos do planeta.
Fica claro que, sob a ordem das Leis Naturais que regem no Universo, a natureza teve que seguir um longo caminho evolutivo através de acertos e erros, de ação e reação ao meio ambiente, e os cientistas ainda hoje tentam decifrar este trajeto, porem a essência de Deus atrai nossa atenção. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à da humanidade, impossível de vê-la, mas se olharmos com os olhos do coração encontraremos uma inteligência suprema a se refletir em toda criação, que até a própria Ciência verá um dia que tudo que foi criado tem uma força maior que é determinada por Deus, não podemos compreender a totalidade do assunto, mas quando olhamos esta aproximação, fica claro que existe uma força de natureza espiritual a preparar o caminho para o surgimento da vida. É o princípio inteligente, causa geradora de tudo o que existe vivente ou não vivente a expressar a presença de Deus em tudo que foi criado.

Arielly Alessandra da Silva Lourenço
2º Periodo de História
UPE - Campus Garanhuns

A precariedade da saúde pública

            Todos nós conhecemos alguém que reclama ou já reclamou da saúde no nosso país, realmente está um caos, ultimamente está pior, todos os dias ao assistirmos a TV ou lermos jornais e revistas, temos a noticia de alguém ter morrido na fila de espera ou precisou de atendimento médico e não tinha médico.
Afinal oque está acontecendo? Bem a meu ver a saúde pública é uma das prioridades no país, mas pelo visto os nossos governantes não pensam assim, pois o dinheiro que é revertido para os órgãos que são responsáveis por distribuir esse dinheiro, é muitas vezes constituído por pessoas corruptas que não dão à mínima para seus semelhantes, e só ligam para o bolso deles, mas não só eles que tem culpa pois até mesmos profissionais que fazem juramento de salvar vidas não cumprem isso, podemos ver isso quando fazemos uma consulta com um médico em um hospital da rede pública e com esse mesmo médico nos consultamos na rede particular, o tratamento é totalmente diferente, deixando claro que não estou generalizando existem bons profissionais que cumprem com seu dever.
Mas como em todo tipo de trabalho existe bons e maus profissionais, enfim, o que posso concluir é que há um descaso com a população que paga seus impostos e que espera pelo menos que se tenha alguma consideração com o ser humano. Deveria haver muito mais investimento e também fiscalização para se comprovar que realmente estão sendo repassados aos seus legítimos fins e nossa situação de classe baixa que é a que mais sofre por não ter recursos suficientes para se ter uma saúde de qualidade e fica a mercê da própria sorte e rezando para nunca adoecer e precisar de um hospital público.
Estou procurando mostrar com esse artigo alguns dos problemas que existem na saúde pública do nosso Brasil atual e o sofrimento de um povo que precisa de atendimento em redes públicas de saúde, pessoas que pagam seus impostos, que nossos governante dizem que serão repassados de volta em investimentos para melhorar as condições de vida do nosso povo, e que nós sabemos que na prática não é bem assim.

Fábio Júnior Teles Magalhães aluno do 2 º periodo de História da UPE

Garanhuns e sua política hoje.

              Recentemente na cidade de Garanhuns, políticos locais organizaram um movimento contra uma possível candidatura do prefeito de Lajedo em nossa cidade, logo ele que até uns dias atrás se “agrediam” gratuitamente hoje lutam juntos por uma causa. Mas qual seria realmente essa causa?
           A política em Garanhuns, sempre foi composta por pessoas nascidas na cidade ou que a habitavam à muitos anos. Por esse fato a cidade deveria estar bem mais desenvolvida em termos econômicos e sociais, mas é fácil notar um atraso em relação a outras cidades de grande porte nesses aspectos.
            Candidatos nascidos e que foram criados na cidade deveria ser o ideal e o sinônimo de progresso, mas como sabemos não é bem assim, temos o dever de primeiramente nos conscientizar e de cobrar melhorias não deixando os políticos acomodados. Talvez assim no “tranco” as coisas possam andar com um pouco mais de pressa.
            Essa “união política” claro que tem o interesse de deixar as coisas como estão, tudo em casa, tomara que essa “ameaça” vinda de fora da cidade tenha dado um toque em nossos políticos, para que eles tenham a consciência que não são absolutos e possam lembrar de lutar pela melhoria da cidade, que tem potencial para o desenvolvimento, e que essa luta não seja apenas por beneficio próprio.

Claudinei Tenório Cavalcante Júnior
2º Período de História
Professor (a) Écia Mônica
UPE - Campus Garanhuns

Maioridade Penal

      Diante da barbárie e da violência que assola o Brasil e com o elevado índice que os adolescentes se encontram nesses crimes, a sociedade brasileira encontra-se no seguinte dilema, a redução da maioridade penal dos 18 anos para os 16 anos.
     A questão da maioridade penal é uma solução científica, técnica, não pode levar pelo lado emocional. Dois terços dos presos no Brasil têm entre 18 e 24 anos. A enorme maioria é destituída de tudo ou do básico, de educação, saúde, lazer, de trabalho de moradia e futuro.
    Reduzir a idade penal é uma falsa solução de um problema social, esses 16 anos estão sendo colocados como se fossem a solução. Nossos jovens precisam de segurança ao lado deles não contra eles. É bastante simples se eles não encontram segurança em sua casa, eles vão procurar fora dela.
      Dessa forma fica claro, que a solução para o alto índice de criminalidade cometida por jovens e adolescentes não é a redução da maioridade penal, pois, isso apenas vai oprimir mais ainda os jovens. Acredito que, a melhor solução sempre será aumentar os investimentos em educação, assistência à saúde, garantia de ingresso ao mercado de trabalho entre outros fatores que possam garantir uma vida digna.


Universidade de Pernambuco- U.P.E
Aluno(a)Maria de Nazare Gama Onofre
Segundo Período de História
 Professor(a) Écia Monica

O fim do mundo

           

              O fim do mundo ocorrerá em 21 de dezembro de 2012? Ou isso, não passa de uma criação ocidental para atrair, o público a temas especulativos e que não contribuem para o entendimento da complexa civilização Maia?
         A civilização Maia era constituída de um povo que tinha um conhecimento bastante amplo nas áreas de astronomia e matemática, o que permitiu eles desenvolverem um calendário bastante aperfeiçoado, baseado nos ciclos da vida, que acaba precisamente em 21 de dezembro de 2012, o que permite catastrofistas afirmar que o fim dos tempos está próximo. Porém, tudo isso pode ser apenas mais um recurso, utilizado pela mídia para ganhar dinheiro através de filmes, documentários entre outras formas. Será que o fim do mundo é uma dura realidade que está próxima da gente, ou é um mito utilizado pela mídia para obter mais recursos financeiros?
          A resposta é clara e óbvia, só não aceitam aquelas pessoas que são de várias formas manipuladas e controladas por instituições religiosas, que não aceitam discutir temas polêmicos, vinculados a religiões não cristãs.
        Quase todas as religiões existentes hoje, apresentam em seus princípios, o fim do mundo, o dia do juízo final, a diferença existente entre essas religiões e a profecia Maia, é que essa apresenta segundo alguns estudiosos o dia exato da ocorrência do Apocalipse. A NASA já revelou que vai ocorrer em 2012 um alinhamento entre o sol e o centro do universo, e essa própria instituição vem recebendo inúmeras perguntas a esse respeito em consequência do filme 2012, porém ainda não teve nenhum posicionamento científico da NASA afirmando ou negando que esse alinhamento vai provocar o grande Apocalipse, o que gera um clima de muitas dúvidas e incertezas.
          Uma coisa é predominantemente certa, o mundo caminha para seu fim, catástrofes naturais, como a que ocorreu neste ano no Japão, vitimando centenas de vidas, representou um choque enorme para humanidade que está temente em relação a 2012, pois, nada nesse mundo é impossível e a forma como a Mídia vem tratando esse tema é de certa maneira apavorante, pois, mostram indícios de que estão preparando a gente para o fim da vida.
          Vale apena acrescentar razões suplementares que dão sustentação a profecia Maia. Pois, esse povo não tinha em sua História acesso aos meios tecnológicos que disponhamos hoje, mesmo assim, conseguiram construir enormes obras arquitetônicas que mostram de forma concreta, o apogeu que essa civilização conseguiu atingir. É verdade, que muitas outras profecias relacionadas o fim do mundo falharam, entretanto, não deve-se omitir que o nosso planeta nunca viveu um período de tantas ameaças relacionas a instabilidade da natureza, hoje, percebe-se, que a falta de agua potável, o efeito estufa, o aquecimento global são perigos eminentes que são sentidos por toda a humanidade, nosso planeta está reagindo aos impactos que são causados pelo próprio ser humano.
          É bastante complexo analisar, os motivos e razões que dão sustentação a profecia Maia, devido a grande banalização que o tema Apocalipse vem recebendo de forma irresponsável pela Mídia, a melhor opção é buscar compreender a história dos Maias, de uma forma mais ampla, e ter em mente que o fim do mundo pode não ocorrer pelo acaso, pois o homem hoje conseguiu atingir um grande desenvolvimento científico, o que pode permitir ele buscar respostas relacionadas a seu futuro.
          Esse tema, é interpretado de diferentes maneiras de acordo com a cultura em que o indivíduo está inserido, por isso, foi ressaltado a questão religiosa e da Mídia, que influência na visão de mundo dos indivíduos. É relevante citar também que esse tema é sentido pelas pessoas, mas é ao mesmo tempo ignorado pelo medo que ele proporciona. Porém, uma coisa é absolutamente certa, de que, se o mundo acabar em 21 de dezembro de 2012, não haverá como negar uma simples verdade nós fomos avisados.

Universidade de Pernambuco - U.P.E
Autor: Reginaldo Vilela de Lima
Docente: Écia Mônica
2O Período de História